Autores:
Mara Ferreira, João Cabral, Peter Pêgo, Samuel Almeida, Filipe Silva
Resumo:
Introdução: A extrusão do implante orbitário é uma das complicações mais temidas pelo oftalmologista. Frequentemente é necessário remover o implante pois está associado a infecção. Os defeitos de revestimento dificilmente são corrigidos com enxertos de conjuntiva, necessitando de tecidos mais resistentes como fáscias ou tecido dermo-adiposo.
Material e métodos: Apresentação de 6 casos clínicos de extrusão de implante orbitário resolvidos com a colocação de enxerto dermo-adiposo autólogo, em 4 casos, e fáscia temporal em 2 casos.
Resultados: Após uma média de follow-up de 14 meses, houve uma boa adaptação estética e funcional do material enxertado.
Conclusão: O uso de enxertos dermo-adiposos e fáscia temporal para resolução de rotura do revestimento são alternativas úteis e eficazes.
Apresentado:
no 51º Congresso Português de Oftalmologia, no Porto, Dezembro de 2008